
"OS AMIGOS, AO ENTARDECER"
O tempo é breve e as afeiçoes são poucas.
Os cabelos já tomam a cor das despedidas.
Tantas, as viagens!
Os cabelos já tomam a cor das despedidas.
Tantas, as viagens!
Quantas, as partidas para as paixões, as festas e navegações?
Fraternas mãos vieram e me cobriram com cálidos lençóis.
E preparei anzóis para pescar os salmões do amanhecer.
Um dia, com os amigos, acendi fogueiras.
Deitamo-nos na relva, de alma ainda inteira.
Ou fomos olhar os trens que vinham dos verões.
Vezes houve em que rimos, quase alucinados.
Nem vimos os exílios, demorados.
E estivemos unidos em nossos corações.
Fraternas mãos vieram e me cobriram com cálidos lençóis.
E preparei anzóis para pescar os salmões do amanhecer.
Um dia, com os amigos, acendi fogueiras.
Deitamo-nos na relva, de alma ainda inteira.
Ou fomos olhar os trens que vinham dos verões.
Vezes houve em que rimos, quase alucinados.
Nem vimos os exílios, demorados.
E estivemos unidos em nossos corações.
_ARTUR EDUARDO BENEVIDES_
In: (Elegia Setenta e Outros Poemas)
In: (Elegia Setenta e Outros Poemas)
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BjOos meus...
_________June
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